"As tuas lágrimas caem nos meus olhos como éter largado de versos infindos de dor, e na tua ausência o meu sufoco traduz-se em silêncios curvos e preenchidos de raiva.
Na alma estilhaçada que não dorme nem descansa, a íris é loucura que lentamente solidifica, até se tornar em prazer quente e húmido a vestir o desejo de um devaneio maior."
2007